Correção Monetária Indevida
Análise da legalidade do reajuste mensal pelo INCC em contratos com duração inferior a 36 meses e identificação da chamada "parcela simbólica".
Atuação técnica na defesa de quem adquiriu imóvel na planta. Análise contratual minuciosa para identificar cláusulas abusivas, correções indevidas e práticas que violam o Código de Defesa do Consumidor.
Atuação dedicada ao direito de quem comprou imóvel na planta. Um nicho específico, para tratar cada contrato com o cuidado que ele merece.

O Sá Bezerra Advocacia atua no direito de quem comprou imóvel na planta: correção monetária indevida, taxa de cessão e distrato por culpa exclusiva da incorporadora, entre outras frentes.
O escritório acompanha compradores surpreendidos por cláusulas pouco transparentes em contratos de imóvel na planta. O estudo contínuo da jurisprudência é o alicerce de uma atuação técnica e sóbria.
A escolha por atuar em um nicho específico não é acidental: é o que permite tratar cada contrato com o cuidado que ele merece.
Análise técnica de cláusulas, cobranças e práticas contratuais que podem configurar violação de direitos do consumidor, à luz do CDC, das leis especiais e da jurisprudência consolidada.
Análise da legalidade do reajuste mensal pelo INCC em contratos com duração inferior a 36 meses e identificação da chamada "parcela simbólica".
Lucros cessantes e indenização por descumprimento do prazo contratual, considerando os 180 dias de tolerância e a jurisprudência do TJSP.
Cobrança indevida de juros de obra (ou taxa de evolução de obra) após o vencimento do prazo contratual de entrega, incluído o período de tolerância de 180 dias.
Cobrança ilegal de despesas condominiais e IPTU antes da efetiva entrega da posse, com pedido de restituição em dobro quando há má-fé.
Análise da cobrança em transferências contratuais sem contraprestação real por parte da incorporadora, prática frequentemente abusiva.
Diferença entre a área contratada e a entregue. Indenização proporcional, abatimento de preço ou rescisão contratual conforme o caso.
Defeitos que se revelam após a entrega: infiltrações, rachaduras, problemas estruturais. A garantia legal da obra é de 5 anos, e o prazo para pedir indenização pode chegar a 10 anos, conforme o STJ.
Responsabilidade da incorporadora pela demora injustificada na lavratura e registro da escritura pública após a quitação do imóvel.
Quando obstáculos criados pela própria incorporadora impedem a quitação e ela continua cobrando correção monetária no período.
Rescisão contratual com restituição integral dos valores pagos quando o descumprimento parte da empresa, com duas teses consolidadas.
Atuação específica nas categorias de habitação de interesse social e mercado popular, com atenção às particularidades de cada regime.
Da primeira conversa à sentença, cada etapa é conduzida com rigor técnico e comunicação transparente. Você sabe exatamente onde o seu processo está.
Recebimento do contrato de compra e venda e dos extratos financeiros atualizados fornecidos pela incorporadora.
Análise técnica detalhada do caso, verificando se as circunstâncias se encaixam em alguma das teses jurídicas aplicáveis.
Confirmada a viabilidade, o advogado elabora a peça inaugural, expondo ao juiz, com clareza, as irregularidades encontradas.
O processo é protocolado, a empresa é citada e apresenta defesa. Duração média: doze a dezoito meses.
Na grande maioria dos casos de correção indevida, o processo é resolvido com base em documentos, sem necessidade de comparecimento ao fórum.
Guias didáticos escritos em linguagem acessível para que qualquer pessoa, com ou sem formação jurídica, compreenda os principais riscos contratuais.
Como conferir o contrato, contar os 36 meses e ler o extrato, o prazo de 10 anos para pedir de volta e o que os tribunais decidiram em 2026.
Solicitar acessoO que quem comprou na planta pode pedir: correção mensal, atraso, juros de obra, obra parada, saída pela culpa da incorporadora e como receber antes, com as decisões de 2026.
Solicitar acessoRespostas objetivas para as principais dúvidas de quem comprou, ou pretende comprar, um imóvel na planta.
Sim. Para pedir de volta a correção cobrada a mais, o Tribunal de Justiça de São Paulo tem aplicado o prazo de 10 anos (art. 205 do Código Civil), mesmo nas relações de consumo, e a quitação do contrato não impede o pedido. Há decisões isoladas de primeiro grau com 5 anos; por isso, quem pagou há mais de 5 anos não deve esperar.
Sim. A relação com o banco é juridicamente separada da relação com a incorporadora. Se houve pagamento direto à construtora antes do financiamento, é sobre essa fase que recai a análise de eventuais cobranças indevidas.
Na grande maioria dos casos de correção monetária indevida, a controvérsia é resolvida com base em documentos. Não costuma haver necessidade de comparecimento presencial. O processo tramita por meio eletrônico.
Caso o juiz não acolha os pedidos, há possibilidade de condenação ao pagamento de custas processuais e honorários da parte contrária, geralmente entre dez e vinte por cento sobre o valor da causa. Por isso, o estudo prévio de viabilidade é uma etapa indispensável.
É a análise técnica do contrato e dos extratos financeiros para verificar se o caso se enquadra em alguma das teses jurídicas aplicáveis. Esse estudo é o que permite avaliar, com responsabilidade, se o ingresso em juízo é a medida recomendável.
A duração média é de doze a dezoito meses em primeira instância. O prazo pode variar conforme a comarca, a complexidade da prova e eventuais recursos apresentados pela parte contrária.
Atendimento presencial mediante agendamento prévio. Para questões mais ágeis, o WhatsApp segue como o canal mais utilizado.
Perfil do escritório no GoogleO primeiro contato é direto: envie uma mensagem ou ligue. A partir daí, combinamos o envio dos documentos para o estudo prévio de viabilidade.
Preencha os dados abaixo. Em seguida, encaminharemos as orientações para envio do contrato e dos extratos.